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Apesar da sua intransigência quanto à qualidade e origem dos produtos para os seus bolos, Fátima tem, o espirito arejado e não é avessa a inovações que facilite, o trabalho. Com esse espirito pôs a funcionar a fábrica de licor que produz a marca Ouro do Barrocal.

O Ouro do Barrocal é o nome escolhido para a indústria que Fátima Galego construiu e que só após cinco anos de burocracia conseguiu legalizar. Este nome foi dado em honra da grainha de algarroba, a que se chama quilate, dai o nome de Ouro. É Barrocal, pois, é produzido naquela zona do Algarve.

O seu famoso licor de Alfarroba que não tem metanol nem cafeina, é rico em flavenoides e vitamina E, e possui um rico sabor aveludado. Fátima recomenda que se agite a garrafa antes de servir, pois, trata-se de um produto natural. Pode ainda beber-se fresco, a acompanhar umas bolachinhas de mel ou talvez um queijo de figo recheado de doces de ovos.

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